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INOVACANA aposta em novas tecnologias que podem aumentar a produção canavieira

CTBE participa da estreia do evento que acontece dias 9 e 10 de agosto, em Ribeirão Preto (SP); Mecanização e Agricultura de Precisão são destaques do Laboratório
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A cana-de-açúcar tem um potencial incrível para aumentar a produtividade, seja através do uso de técnicas de plantio ou colheita, novas variedades, agroquímicos, etc. Isso sem contar o emprego de inúmeras novas tecnologias e sistemas de gestão que estão surgindo, dia após dia, para ajudar o produtor a ter ganhos expressivos de produtividade em sua lavoura e a reduzir seus custos de produção.

Visando melhorar seus índices, o setor sucroenergético anseia por essas inovações e melhorias. Com tantas novidades disponíveis no mercado, o produtor se vê no meio de uma situação de insegurança na hora de escolher quais são as práticas e processos que trarão, de fato, uma real vantagem competitiva para sua lavoura. Algumas das dúvidas mais constantes são:

  • Quais são as inovações adequadas à minha atividade?
  • Como acessar essas inovações?
  • Como preparar a empresa para receber e tirar melhor proveito dessas inovações?

Responder essas questões fica mais fácil quando observamos casos de sucesso do setor. Os chamados “early adopters” das novas tecnologias com certeza têm conselhos valiosos aos novos entrantes, especialmente no que diz respeito a tecnologias que realmente agregam valor aos seus negócios.

Por isso, o Grupo IDEA convidou o Grupo São Martinho, a Usina São Manoel, Grupo Colombo e a Agrícola Campanelli para apresentarem seus cases de sucesso em inovações no evento INOVACANA, que vai acontecer nos dias 9  10 de agosto em Ribeirão Preto.

Além dos casos de sucesso, o evento vai discutir outros pontos importantes acerca do desenvolvimento tecnológico, como:

  • Quais são as inovações tecnológicas que o setor precisa para melhorar seus resultados e enfrentar as frequentes crises de preços?
  • Dentre essas, quais já estão disponíveis no mercado e quais estão no forno?

Entre uma discussão e outra, os participantes do INOVANA poderão conhecer o que há de mais avançado no setor canavieiro no momento em diferentes áreas, como:  evolução de softwares de gestão, novos equipamentos agrícolas, aplicação correta da agricultura de precisão, produtos bioquímicos que estimulam a cana, serviços mais objetivos de consultoria, telemetria ligada à produção canavieira, uso direcionado das imagens de satélite, novas variedades de cana que une um altos teores de sacarose e fibra com elevadíssima produtividade agrícola, além de muitas outras inovações tecnológicas identificadas pelos consultores do Grupo IDEA e que são boas apostas para as próximas safras.

Participe e seja protagonista no primeiro evento do setor canavieiro que vai discutir o papel nas inovações no agronegócio NA PRÁTICA. As inscrições para o INOVACANA estão abertas no site: www.ideaonline.com.br.

Agricultura de precisão: uma realidade para a cana-de-açúcar?

Artigo de pesquisadores do CTBE foi publicado na edição abril/2017 da Revista Canavieiros
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Publicado por Revista Canavieiros, edição abril/2017 (leia a partir da página 46)

Guilherme Martineli Sanches e Henrique C. J. Franco, respectivamente Especialista em Produção de Biomassa e Coordenador da Divisão Agrícola do CTBE publicaram, na última edição da Revista Canavieiros, um artigo técnico abordando Agricultura de Precisão (AP). O artigo foi escrito em parceria com Paulo S. G. Magalhães, Professor do Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Energético (NIPE/FEAGRI/UNICAMP).

Essencial ao produtor que deseja fazer melhor uso do solo, o artigo é de leitura rápida e fluida. Destacamos:

“Com o objetivo de comprovar os retornos econômicos da utilização das ferramentas de agricultura de precisão, duas lavouras comerciais de cana-de-açúcar, com similaridade de área, solo e relevo, foram avaliadas pelo grupo de pesquisa ao longo de três safras consecutivas. As lavouras foram implantadas com plantio semimecanizado utilizando-se da mesma variedade de cana. A principal diferença entre as áreas avaliadas se deu pelo manejo de fertilizantes, onde em uma foi aplicado insumos à taxa fixa (método convencional) e na outra à taxa variada (método AP)”.