Notícias

Focado em cana, IBGE prepara nova edição da série ‘Dinâmica Territorial’ e visita CTBE

Corpo técnico do Instituto conversou com diretor do CTBE e pesquisador da divisão de Inteligência de Processos; novo livro será lançado no final de 2017
Print this pageEmail this to someoneShare on Google+Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on LinkedIn

Membros do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) visitaram na segunda-feira, 6, o Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE). Exclusivamente dedicado à cultura de cana-de-açúcar, o Instituto prepara um novo volume da série Dinâmica Territorial, periódico que tem como objetivo acompanhar o deslocamento espacial e revelar a geografia contemporânea de produtos da agropecuária nacional – a primeira edição, lançada no final de 2016, abordou o café.

Equipe do IBGE entrevista Gonçalo Pereira: novo livro sobre cenário da cana no Brasil chega no fim de 2017 (Divulgação/CTBE)

A equipe com quatro técnicos do IBGE conversou com o diretor do CTBE, Gonçalo Pereira, e com o pesquisador da Divisão de Inteligência de Processos, Otávio Cavalett. O CTBE foi incluído na rota do Instituto – que está percorrendo parte do interior de São Paulo – por sua importância na produção e pesquisa de Biocombustíveis no Brasil.

“Nós viemos com o intuito de esclarecer algumas dúvidas sobre o cenário da cana [e derivados] no Brasil, mas acabamos saindo com muito mais informações do que prevíamos”, conta Marcelo Luiz Delizio Araujo, do IBGE. “Foi excelente”, destacou antes de seguir viagem com a equipe rumo a Piracicaba, no interior de São Paulo.

Sobre o CTBE

O Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE) integra o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), organização social vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). O CTBE desenvolve pesquisa e inovação de nível internacional na área de biomassa voltada à produção de energia, em especial do etanol de cana-de-açúcar. O Laboratório possui um ambiente singular no País para o escalonamento de tecnologias, visando a transferência de processos da bancada científica para o setor produtivo, no qual se destaca a Planta Piloto para Desenvolvimento de Processos (PPDP).